quinta-feira, 23 de maio de 2013

Você sabe disso


Você sabe disso

Não me pergunte como estou,
Você sabe, sabe que foi você,
Você que me envenenou,
Com suas mentiras e ilusões,
Envenenaram-me,
Deixaram-me abismada.

Sabe como me fez odiar,
Odiar tudo,
Fez-me perder a confiança,
Em todos,
Fez-me chorar,
Muito.

Você sabe, sabe muito bem,
Então não me pergunte,
Não mesmo.

Ilusões doem mais que a própria verdade,
São torturas antes do golpe final,
Então ande,
Ataque logo, pule a maldita tortura,
É demais para mim,
Vamos de uma vez,
Coloque munição e atire,
Não prolongue minha dor,
Depressa, me deixe em paz.

Thank You...


Thank You...

Na escuridão,
Me encontro correndo dos meus medos,
Tropeçando em erros cometidos,
Afundando em traumas,
Sem ninguém para me ajudar,
Ninguém para me levantar,

Perdão, sei que estou errada,
Deus esta comigo,
A somente ele,
Poderá me salvar.

Afundada em lágrimas,
O rosto inundado pelas lágrimas,
Busco um passado,
O qual eu me orgulhe de lembrar,

A alma,
Negra como o cair da noite,
A esperar purificação,
Libertação, cura divina.

E das trevas ressurgimos,
Como fênix ressurge das cinzas.
Coração amargurado,                                                                                              
Cheio de ódio,
Alma negra,
Tudo é restaurado,
E a beira da perdição,
Tem-se a salvação.

Thank You...

domingo, 19 de maio de 2013

Trevas


Trevas

Onde está a escuridão?
Seus julgados demônios?
Diga onde estão.
Você não sabe.

Não sabe que estão entre nós,
Sorrindo feito crianças,
Aparência bela e refinada,
Cuidado.

Preto, escuridão,
Onde há essa associação?
Mentes fúteis a julgar,
O que elas não entendem.

Olhem em volta,
Os demônios não estão no chamado inferno,
E sim aqui a nossa volta,
Talvez até em seu coração.

Expulse-os de sua volta,
Ou conviva normalmente,
Ódio, dor,
Os fortalece.

E nos gritos da madrugada,
Pode-se sentir o medo,
Presente em nossos corações,
Afaste-os de si,
Eles só corrompem.

Faça o que tem de fazer,
Não hesite por julgamentos,
E sociedade fútil não compreende,
Mentalidade oprimida,
Porém gênia.

E no calar da noite,
Expulse as trevas,
Faça uma escolha,
Ou conviva com eles.

Medíocre Sociedade


Medíocre Sociedade

Espinhos atirados a multidão,
Sociedade julgando até a morte,
Declínio que leva a escuridão.

O que pensam de nós?
Sociedade culminante,
Julga alma a dentro,
Destroça esperança conquistada.

Sociedade, porque és assim?
Padrões e padrões,
Eu os renuncio,
Jogo sua opinião aos leões.
Ideais, ideais,
Quais são corretos?
Os meus, os teus,
Ambos concretos,
De ideais enfim,
Somos ateus.

Diga-me o que fazer,
O que dizer, o que pensar,
Mas tenha em mente,
Que tuas opiniões vou renunciar.

Coração lastimado,
Mas enfim o que é isso?
Felicidade, alegria,
Buscadas noite e dia,
Nada mais que ilusões,
Feita por nossos cérebros,
Apenas reações.

Expresse tudo,
O que quer, o que sente,
Mas tudo, seu medo,
Sempre lembre-se,
Está em sua mente,
Sendo ele real ou,
Triste ilusão.

Alucinação,
Triste ilusão da realidade,
Alma atormentada,
A qual o vê e aceita,
Triste ilusão, ainda melhor,
Que a pobre realidade.

Sinta os batimentos,
Descontrolados,
Alucinados,
Pra que os sente?
São simples reações,
Talvez irreais, momentâneas.

Ouve-se de longe,
Gritos desesperados,
Ao fim são de todos,
Sociedade oprimida,
Sociedade que oprime.
Alma abafada,
Escurecida pela podridão,
Grita ensurdecida mente,
Procurando salvação.

Onde ela está? Onde?
Foi obscurecida,
Escondida por todos,
Que afundaram,
Nos sentidos errados.